Na primeiro biênio do governo João Fiscina (1997/1998) coordenei a comunicação.
Isso é de conhecimento público.
Mas também fui responsável pelo cerimonial.
Participei de curso de uma semana em São Paulo com profissionais experientes em cerimonial na área pública.
Há quase 30 anos tínhamos preocupação com a qualidade e o resultado do cerimonial da Prefeitura de Alagoinhas nos mais distintos eventos, (públicos ou em ambientes fechados, que também são de interesse da sociedade).
Cerimonial não é coisa para amadores pavões e nem para pessoas vetustas sem nenhuma qualificação, que vivem penduradas por aí à base do puxa-saquismo, inaceitável nestes tempos em que a competência deveria ser o norte daqueles que atuam no serviço público.
Arranjos nunca funcionaram e não funcionarão quando incompetentes ocupam espaços para os quais não estão e nunca estarão preparados.
Quem perde tempo por incompetência já perdeu o bonde da história.
*Maurílio Fontes*





